Ilha de Milos

A última ilha que visitamos durante o verão de 2020 foi a Ilha de Milos. Escolhemos essa ilha por indicações de amigos próximos que só disseram maravilhas sobre esse lugar.

A estátua Vênus de Milos, que agora se encontra no museu do Louvre, foi descoberta nessa ilha assim como o Asclépio de Milos (agora no Museu Britânico). Milos é um destino turístico popular durante o verão e conversando com uns locais, eles disseram que muitos brasileiros começaram a visitar essa ilha de uns tempos para cá. Acho que todo mundo que conhece essa ilha recomenda 😀

O nosso tempo na ilha foi muito especial. Conseguimos relaxar, conhecer praias lindas, comer muito bem e por uns preços muito bons. Foi o lugar em que menos gastamos durante a viagem (veja post no blog sobre o roteiro completo da nossa viagem: https://irmasporai.com/2020/09/16/nosso-roteiro-para-a-grecia/).

Logística
A ilha de Milos conta com um porto e um aeroporto também. Então pode-se escolher chegar de avião ou de ferrie.

Nós chegamos na ilha de Milos, no porto de Adamas, de ferrie pela Seajets (https://www.seajets.gr/). Viemos da ilha de Santorini (veja post no blog: https://irmasporai.com/2020/10/22/ilha-de-santorini/) e o trajeto durou cerca de 2 horas (foi bem rapidinho). Pagamos cerca de 50 euros por pessoa.

Na volta, também voltamos de ferrie para Atenas (pagamos 42 euros pp) e o trajeto durou pouco menos de 4 horas (ficamos muito na dúvida se pegávamos o avião para voltar ou não, porque seria 1:15 de vôo somente. Mas pelo fato de ter que chegar 1 hora antes no aeroporto + o aeroporto ser longe do centro de Atenas, escolhemos ir de ferrie já que no final o tempo total seria igual).

Sobre a ilha
O município de Milos também inclui duas outras ilhas (não habitadas) chamadas Antimilos e Akradies mas o número total de habitantes é cerca de 5.000 somente.

http://www.thesaurus.gr/map_of_milos_island.htm

A história da ilha é muito rica! Durante a Idade do Bronze (2.800-1100 aC), Milos se tornou o centro da cultura das ilhas Cíclades. A cidade mais poderosa foi Phylakopi, cujas ruínas podem ser encontradas na costa nordeste da ilha perto de Pollonia (no mapa acima se chama “Apolonia”).

A Vênus de Milos foi criada na ilha em algum momento entre 130 e 100 aC. Acredita-se que a estátua representa Afrodite, a deusa grega do amor e da beleza. No entanto, alguns estudiosos afirmam que é a deusa do mar Anfitrite, venerada em Milos. Não sabemos quem está com a razão, mas a estátua é incrível de qualquer jeito.

Além disso, no primeiro século DC, incríveis catacumbas foram construídas para proteger a fé cristã na ilha, e hoje elas também podem ser visitadas perto da vila de Tripiti. Mais info sobre as catacumbas no link a seguir https://www.greeka.com/cyclades/milos/sightseeing/catacombs-milos/

Em sua história mais recente, durante a segunda guerra mundial, Milos foi invadida pelos alemães em maio de 1941 mas conseguiram resistir à invasão e erguer novamente sua bandeira em 9 de maio de 1945. Nesse meio tempo, muitos habitantes deixaram a ilha por causa da dureza das condições de vida e se mudaram para Atenas ou Estados Unidos. No entanto, com o surgimento do turismo, Milos e seus habitantes experimentaram um rápido desenvolvimento.

Hoje, a ilha conta com 3 principais cidades: Adamas, Plaka e Pollonia.

Onde se hospedar
Por questões logísticas escolhemos ficar hospedados na vila de Adamas no hotel chamado Milos Hotel (pagamos 80 euros por noite).

Saindo do porto, nosso hotel ficava 5 minutos a pé. E na hora de voltar para Atenas também pegamos a ferrie, então economizamos tempo de deslocamento ficando perto do porto. A localização do hotel é muito boa e o café da manhã e atendimento foram muito bons.

Fechamos o hotel com o booking.com, mais info no link:
https://www.booking.com/hotel/gr/milos-milos.en-gb.html?label=gen173nr-1DCAEoggI46AdIM1gEaBWIAQGYAQm4ARfIAQzYAQPoAQGIAgGoAgO4Ao_47PwFwAIB0gIkMDBkZjNhZGUtMGMxYi00NTFiLWI1YWMtNmM5ZDQxODllMTRm2AIE4AIB;sid=ba67426d9defc6f9038e889cd5850867;dest_id=-813174;dest_type=city;dist=0;from_beach_key_ufi_sr=1;group_adults=1;group_children=0;hapos=1;hpos=1;no_rooms=1;req_adults=1;req_children=0;room1=A;sb_price_type=total;sr_order=popularity;srepoch=1604008991;srpvid=cd7f9b0f0dc300a2;type=total;ucfs=1&#hotelTmpl

Além do mais, a cidade de Adamas é muito fofa. Tem um centrinho com lojas e restaurantes, além de uma orla com mais restaurantes charmosos e com vista. A praia local também é aconchegante (mas nada paradisíaca) e conta com um beach bar com chop Alfa 🙂

Como alugamos carro, fizemos Adamas nossa base e fomos rodando a ilha por ai.

Aluguel de carro
Apesar de ser sempre bom reservar o carro com antecedência para garantir, na ilha de Milos eu lhe recomendaria ver direto com o seu hotel se eles te oferecem esse serviço. Além de ser mais conveniente (o hotel liga e manda trazer o carro direto até você), é também mais barato e menos burocrático.

Nós fechamos o carro com o nosso hotel na manhã do segundo dia e pagamos cerca de 150 euros por 3 dias (50 euros por dia). O caução foi cerca de 200 euros (podendo pagar em dinheiro ou então congelar o valor no cartão de crédito).

Nosso roteiro
Ficamos 4 noites na ilha e conseguimos rodar bastante:

Dia 1) Dia de deslocamento + conhecer a vila de Adamas
Dia 2) Praia de Sarakiniko, Papafragas e Firopotamos, cidade Plaka
(pôr do sol no Café Utopia)
Dia 3) Praia de Tsigrado, Fyriplaka, Paliochori
(comer no restaurante Sirocco) e cidade Plaka (pôr do sol no Castelo de Plaka)
Dia 4) Praia de Agia Kyriaki, Mandrakia
(comer no restaurante Medusa) e Alogomandra
Dia 5)
Passeio de barco para Kleftiko (das 9:30 até 17:30)

Acredito que 3 noites é o mínimo, 4 noites (o que nós fizemos) um pouco corrido, e 5 noites ideal. A minha vontade era de ter 2 dias a mais na ilha, para conhecer a cidade de Polonia com calma e fazer mais um passeio de barco, dessa vez até a ilha de Polyegos.

Ah! Importante falar que a época de ventos começa no meados/final de agosto e por isso vocês vão ver algumas ondas em praias relativamente calmas nas fotos a seguir.

Dia 1) Dia de deslocamento + cidade de Adamas
Chegamos em Milos e fomos conhecer a praia local da cidade de Adamas (Praia de Papikinou) e jantar no restaurante na orla chamado New Malion (comemos risotto de frutos do mar e amamos! recomendo).

Logo de primeira, a pequena vila me encantou. Como viemos de Santorini, uma ilha mais luxuosa e mais desenvolvida para o turismo, pudemos sentir um grande contrastre quando chegamos em Milos. A vila de Adamas é mais humilde, com mais locais em suas próprias casas e na rua também.

A sensação que eu tive é que a praia local é mais uma extensão do quintal de casas de quem mora lá. Vimos crianças aprendendo a nadar, idosos caminhando pela orla e etc.

Mas não me entenda mal, Milos continua sendo um dos destinos mais visitados durante o verão da Grécia, e sim, você vai ver muitos turistas por lá também. Mas o sentimento que eu tive é que essa ilha é mais lar para os moradores de lá do que turística para os estrangeiros.

Dia 2) Praia de Sarakiniko, Praia de Papafragas e Praia de Firopotamos
O nosso segundo dia foi dia de explorar as praias tão famosas da ilha. O que para mim é o meu programa favorito! 🙂

Começamos pela praia Sarakiniko, uma das queridinhas da ilha. Situada na costa norte, essa praia é frequentemente comparada à uma paisagem lunar por conta das suas rochas vulcânicas branco-acizentadas.

Sua beleza é taaanta que chega a ser uma das praias mais fotografadas pela Grécia inteira! As rochas são fáceis de caminhas, e a praia é uma combinação de areia com pedrinhas (por isso car com minha botinha que me acompanha quando as pedrinhas podem machucar).

Coisa linda da natureza, não?

Nossa segunda praia do dia foi Papafragas. Confesso que pelo GPS eu não entendi como que eu chegaria na praia. Mas paramos o carro perto da estrada (não tem estacionamento público por lá) e fomos andando… De repente tcharan! A praia está entre as rochas e você começa a se perguntar “Como que eu desço até lá?”

A praia escondida de Papafragas mais parece uma enorme piscina natural. Lá embaixo você encontra uma caverna esculpida na encosta da falésia e uma pequena faixa de areia para pegar sol.

A verdade é que a praia é relativamente de difícil acesso: tem que descer pela encosta em um caminho sem muito suporte. Não é adequada para crianças e idosos, eu diria. Acredito ser esse o motivo da praia não ficar lotada (como no nosso dia).

Além de cair na água da praia em si, a caminhada entre as falésias e suas caverna completa o programa e te faz ficar cada vez mais encantado com a natureza ao redor da ilha de Milos.

A terceira e última praia do dia foi a praia de Firopotamos. Essa praia é uma das mais lindas (em questão de cor de água) da ilha, mas infelizmente por conta dos ventos e ondas, não conseguimos fazer snorkelling 😦

De qualquer jeito conhecer a praia de Firopotamos é mais do que sair mergulhando por ai. A paisagem e infraestrutura ao redor (tem estacionamento gratuito) é muito pitoresca e ideal para ir com crianças e idosos.

O mais incrível é que a praia é dentro de uma pequena baia, onde pescadores vivem. A pequena vila de pescadores conta com uma igrejinha, pequenas casas coloridas de azul e branco e umas sacadas para o azul incrível.

É verdade que também vimos umas casas mais moderninhas, que me pareceu mais como residência de verão para turistas, mas são poucas ainda.

Como a praia de Firopotamos fica somente 2km da vila de Plaka, fomos direto para lá para conhecer a pequena vila e esperar o pôr do sol no Café Utopia, um dos lugares mais lindos para se ver o pôr do sol na ilha de Milos.

Importante falar que eles abrem 18:00 e as mesas se esgotam rápido!

Mais sobre o Café Utopia na página deles do facebook: https://www.facebook.com/UtopiaCafePlakaMilos/

https://www.facebook.com/UtopiaCafePlakaMilos/


Dia 3) Praia de Tsigrado, Fyriplaka, Paleochori e Castelo Plaka (cidade de Plakas)
Mais um dia de desvendar as praias paradisíacas da ilha de Milos, e fomos logo começar com a praia de Tsigrado (que para mim, virou a minha preferida).

A descida até a praia é um pouco mais difícil do que o normal, tendo que se segurar em cordas e descer de costas pelas escadas. Lendo alguns relatos pela internet antes, eu pensei que fosse ser pior, mas foi bem tranquilo. É só descer devargar que não tem erro 🙂

No final das contas, vale muito a pena.

A praia é relativamente pequena, mas é muito linda. Fizemos snorkelling, entramos dentro das mini-cavernas que existem tanto do lado esquerdo e direito, e aproveitamos bastante. Entretanto não há infra-estrutura nesta praia (bares, espreguiçadeiras, etc).

A segunda praia do dia foi a Praia de Fyriplaka , que fica ao lado da praia de Tsigrado (5 minutos de carro).

A praia de Fyriplaka é ideal para relaxar e pedir uns drinks no bar local chamado Loco. A água é calma, mais parecendo uma piscina e a cor é um azul transparente incrível (muito parecido com a praia anterior). Também pode-se alugar espreguiçadeiras e guarda-sol por 10 euros.

Essa praia é ideal para família, e eu passaria facilmente um dia inteiro por lá.

Saindo da praia, fomos almoçar no restaurante Sirocco na praia Paliochori.

A praia de Paleochori é, na verdade, 3 praias. Assim que estacionar o carro, você chega à praia principal: uma praia longa e larga, com espreguiçadeiras e guarda-sol para alugar e o restaurante Sirocco à vista.

Este restaurante (mais info em https://www.restaurantsirocco.gr/) situado na praia é um dos locais mais procurados da ilha e um local onde todos os amantes de cozinha devem visitar. A família Tseroni, proprietária da Sirocco, cozinha há anos com a força da natureza.

Por baixo do restaurante na praia, existe uma porta metálica que dá acesso à cozinha secreta onde se cozinham os alimentos com energia geotérmica.

O sabor da “comida vulcânica” é impossível de descrever ou explicar. Assim que o cordeiro (que foi cozido sob a areia) chegar à mesa, você vai entender. Tem um cheiro delicioso e derrete na boca.

Para sentir as famosas hot springs (águas e bolhas quentinhas que existem por conta do vulcão), aconselho virar à direita da praia principal e passear pelas águas e pedras do mar (da para ir a pé) até chegar às outras praias ao lado (que também fazem parte da praia de Paleochori). Pelo caminho você já vai sentir a água mais quentinha.

Você também pode chegar por cima da praia (onde há uma taverna) se não quiser ir caminhando pelas águas do mar. Mas aconselho mergulhar com snorkel, se quiser notar as bolhas do fundo do mar que sobem à superfície de tão quentinhas.

No final da praia, há pequenas cavernas no meio das rochas. Entre e sinta o calorzinho que faz dentro desses pequenos buracos, é como se fosse uma sauna natural!!! Muito incrível!! Coloque a mão dentro da areia e sua mão pode até se queimar, é uma sensação muito engraçada.


Como somos amantes do pôr do sol, voltamos à cidade de Plaka e subimos até o Castelo de Plaka (10 minutos subindo escadas) para terminar o longo dia. A vista de cima da cidade e do pôr do sol é simplesmente incrível. Tão incrível (ou mais) quanto ver o pôr do sol no Café Utopia.


Dia 4) Praia de Agia Kyriaki, Praia de Mandrakia (comer no restaurante Medusa) e Praia de Alogomandra

O nosso quarto dia na ilha começou na Praia de Agia Kyriaki. O que mais me chamou atenção nessa praia foram as pedrinhas brancas bem na beirada do mar que deram um tom de azul diamante muito diferente.

A praia conta com uma pequena taverna (restaurante) à direita da praia, mas a maioria dela é deserta, te dando uma sensação de privacidade.

Como chegamos cedo, fizemos morada embaixo de uma pequena árvore de oliveira e relaxamos bastante. Não havia quase ninguém na praia (tive a impressão de que ela não é tãão famosa assim) então aproveitamos até para dar uma pequena corridinha 🙂

Acho que foi a praia que mais curtimos. Super recomendo!

Para o almoço, fomos até praia de Mandrakia, que conta com uma pitoresca vila de pescadores (parecida com a praia de Firopotamos) e comemos no famoso restaurante Medusa (o único da vila).

O restaurante Medusa é simplesmente incrível e fizemos a melhor refeição da ilha de Milos lá! Tudo que comemos estava muito saboroso e com muita qualidade. Não deixe de botar esse restaurante em seu roteiro 🙂

Obs: Como fomos em baixa temporada conseguimos mesa sem ter que esperar. Mas pesquisando em outros blogs, parece que o restaurante lota fácil durante o verão. Ou seja, é bom chegar cedo (por volta do meio dia), ou então tarde (por volta das 3 da tarde).

Nossa última praia do dia foi a famosa praia Alogomandra, mas que não conseguimos aproveitar muito por conta dos ventos (temporada de ventos começa final do mês de Agosto) e da faixa de areia praticamente não existir. Então acabamos fazendo morada na praia literalmente ao lado, Paralia Alogomandra (uma praia mais extensa, porém deserta e muito relaxante).

No final do dia devolvemos o carro e fomos jantar novamente no orla da vila de Adamas, dessa vez no restaurante Marianna. Como não estávamos com muita fome, acabamos dividindo um peixe fresco grelhado (muito bom!)

Dia 5) Passeio de barco para Kleftiko
Finalmente chegou o dia de conhecer o cartão postal da ilha de Milos: a enseada de Kleftiko. Antigamente o lugar que era um antigo esconderijo de piratas, hoje é uma das atrações mais famosas da ilha.

Com suas águas cristalinas, cavernas e formações rochosas únicas, vários passeios diários oferecem um tour para esse e outros destinos que só podem ser alcançados de barco.

Pegamos o barco no porto de Adamas por volta das 9:30 da manhã e voltamos às 17:30 (ótimo horário pois nossa ferrie de volta à Atenas era as 19:00). Depois de pesquisar outras empresas, acabamos fechando o passeio com a Milos Adventure.

Além de Kleftiko o passeio contava com outras paradas em praias desertas ao redor da ilha (foram 4 paradas ao todo). Pagamos 80 euros por pessoa com bebidas (cerveja, vinho, água) e comida (sanduíche natural e almoço – muuuuuito bom).

O barco era bem confortável e mesmo com outras pessoas a bordo (éramos 12 no total) conseguimos relaxar bastante.

Foi um passeio muito inesquecível! O capitão do barco era muito engraçado e agradável. Sem contar que o almoço preparado por ele foi um dos melhores que comemos (com opção vegetariana também).

O barco tinha uma mangueira de água doce que foi fundamental para tomarmos uma ducha antes de voltarmos para Atenas. Deixamos nossas malas no escritório do Milos Adventure e deu tudo muito certo em questão de logística.

Assim que voltamos para o porto, ficamos fazendo uma horinha até a ferrie chegar no terraço do Hotel Adamas, que tem uma vista linda e é um ótimo lugar para tomar uns drinks no final da tarde.

Mesmo sendo um dia de ir embora, conseguimos curtir muito e podemos dizer que fechamos o roteiro com chave de ouro 🙂

Com certeza a ilha de Milos nos surpreendeu muito positivamente e eu diria que vale muito a pena inclui-la no seu roteiro para a Grécia.

Espero que tenham gostado das dicas!!

Beijinhos,
Paulinha


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